DORMIR AJUDA A EMAGRECER
Publicado por admin em reportagens sobre dieta e emagrecimento em 22 de Março de 2009
Durante o sono, a produção de leptina aumenta. Esse hormônio é relacionado com a sensação de saciedade. Também enquanto dormimos profundamente é produzido o GH, hormônio do crescimento, que ajuda na renovação celular e combate o acúmulo de gordura. Por outro lado, no sono cai a produção de grelina, hormônio associado com a fome.
Um grande estudo americano confirmou estas hipóteses. O trabalho científico avaliou 70 mil mulheres, no decorrer de 16 anos. O ganho de peso nas mulheres que dormiam pouco foi 30% maior, no período, do que as que dormiam bem.
O sono ruim está relacionado também ao aumento de cortisol (hormônio liberado em situações de estresse), que provoca o envelhecimento precoce. A irritabilidade, a tensão, a ansiedade, também estão associados a este hormônio, são outra causa de aumento de peso, pois muitos aliviam o mau humor (temporariamente) comendo mais.
Por fim, vale lembrar que quem fica mais tempo acordado tem mais tempo para comer. Logo, aumenta as chances de engordar.
(com dados de: Dieta Já)
GORDURA TRANS: O FIM ESTÁ PRÓXIMO
Publicado por admin em dietas, gordura trans em 19 de Março de 2009
A gordura trans é encontrada especialmente em biscoitos, sorvetes, chocolates, salgadinhos, e é utilizada para aumentar a durabilidade e a maciez destes alimentos. O problema é que é o pior tipo de gordura, para a saúde, levando a problemas cardíacos e vasculares.
Para substituir a trans, muitos fabricantes têm utilizado gorduras saturadas, que, apesar de menos prejudiciais, também são “do mal”. As gorduras menos danosas são a poliinsaturada (em óleos vegetais, salmão etc.) e, a melhor, a monoinsaturada (no azeite, abacate etc.).
Em termos de dieta, a gordura trans não chega a ser mais “pesada” ou calórica que as outras. Seus danos são mesmo é para a saúde.
(com dados do UOL)
MEU REGIME
Publicado por admin em meu regime em 18 de Março de 2009
Meta: enxugar 10 quilos
Apesar de ter escrito um livro sobre emagrecimento, de trabalhar com isto, nunca tinha feito um regime.
Em fevereiro de 2009 resolvi fazer. Há pouco tempo tinha diminuído o cigarro, e isso me fez comer mais. Além disso, fiz uma viagem em que me esbaldei em carnes gordas.
Cheguei aos 80 quilos, o limite do peso ideal, para a minha altura. Apesar de ainda estar tecnicamente saudável, a barriga estava feia. E concluí que, ou eu me controlo agora, ou mais adiante será tarde demais, porque a tendência é engordar com o tempo.
Minha faixa de peso ideal é entre 60 e 80 quilos. Resolvi ir até os 70, ficando no meio exato desta faixa.
Fases do regime
Dividi o regime em algumas fases. Na primeira, perderia rapidamente 4 quilos, chegando aos 76. Na segunda, perderia 1 quilo por mês, até chegar aos 70. A terceira fase seria para o resto da vida: manter os 70 quilos.
Perdendo 4 quilos em 3 semanas
Consegui perder os 4 quilos iniciais em 23 dias. O principal feito foi ter mudado bastante minha alimentação. Antes ela era livre e baseada apenas na vontade. Quase não comia frutas e verduras, bebia cerca de 1 litro de Coca-Cola por dia, era totalmente sedentário etc. Também pratiquei um pouco de exercícios, no período.
O interessante é que nesses dias acabei comendo até feijoada, sanduíche do McDonald’s, batata frita… Mas tudo com moderação!
A conclusão a que cheguei: não é difícil. Foi “chatinho”, mas não difícil. Passei a entender menos as pessoas que querem emagrecer e não conseguem…
Uma paciente comentou comigo, nestes dias, que estava satisfeita porque tinha perdido 2 quilos em um mês, tomando sibutramina. Tive vontade de perguntar-lhe: “Você não tem vergonha não?!”
Perdendo 1 quilo por mês
Atingido o primeiro objetivo, agora viria o mais fácil: perder apenas 1 quilo por mês.
Meu raciocínio foi o seguinte. Antes, comia à vontade e meu peso mantinha-se praticamente estável – na verdade, tive um ganho leve no decorrer de anos. Com o regime que fiz, perderia mais de 4 quilos por mês. Logo, se eu ficasse em um ponto intermediário entre comer à vontade e o regime, deveria perder esse 1 quilo por mês com tranqüilidade.
Bastaria promover algumas mudanças em relação ao meu modo de vida anterior. Praticamente zerar o consumo de refrigerante normal, por exemplo. Comer um pouco menos quando fosse fazer qualquer refeição. Etc.
Logo na primeira semana, tive uma surpresa: ao invés de perder peso, ganhei 300 gramas! Nada demais, mas fez pensar…
O metabolismo humano é algo complexo! Comendo menos do que antes do início do regime, ganhei peso! Antes, comia à vontade e não ganhava praticamente nada!
Levantei algumas hipóteses. A que acho mais interessante é a seguinte: talvez o regime tenha alterado o meu metabolismo. Não em definitivo, mas uma adaptação temporária. O corpo não quer emagecer, pelo contrário. Ao fazer um regime que levou à perda de peso, o organismo, de alguma maneira, diminui o metabolismo, para evitar esta perda.
Então, quando diminuo o ritmo do regime, encontro um organismo que está lentificado, mais pronto do que antes para acumular calorias. E, assim, consome menos ainda do que ingiro, mesmo que a ingestão esteja diminuída.
Uma outra hipótese tem a ver com o cigarro: estou fumando a metade de antes, o que pode ser a causa desta desaceleração do metabolismo. Quem para de fumar engorda não apenas porque passa a comer mais para aliviar a ansiedade (ou para “ter algo na boca”), mas também porque o próprio metabolismo se altera.
A observação da evolução do meu peso nas próximas semanas me dirá o que está realmente acontecendo. Por enquanto, não alterarei nada na dieta.
VOMITAR EMAGRECE?
Vomitar emagrece?
NÃO!
Por quê? Faz mal? É doença?
Para saber as respostas, leia nosso artigo sobre comer e vomitar (bulimia).
* * *
A maioria das visitantes do nosso site está atrás da resposta a esta pergunta: “Vomitar emagrece?”. Você talvez chegou aqui querendo saber isto, não? (Na figura ao lado, alguns exemplos das buscas feitas no Google sobre o tema que trouxeram visitantes até nosso site.)
Isso não significa que este seja o assunto que mais interesse as pessoas que querem emagrecer. Significa apenas que, neste assunto, nosso site está bem posicionado no Google, e por isso as pessoas caem aqui.
Infelizmente, além de não emagrecer, vomitar ainda fará muito mal à sua saúde. Mas não se desespere! Existem várias outras maneiras de perder peso, sem sofrimento. É sobre isso que nosso site trata. Portanto, conheça melhor o “Por que não consigo emagrecer?” e saiba tudo o que você deve saber sobre dicas para emagrecer, dietas, remédios para emagrecer etc.
EXERCÍCIOS FÍSICOS: A CORRIDA
Publicado por admin em exercícios físicos, reportagens sobre exercícios físicos em 15 de Março de 2009
Cerca de 4 milhões de brasileiros têm como esporte a corrida. Segundo estimativas, o número é o dobro de 4 anos atrás. O esporte perde apenas para o futebol, em número de praticantes.
Em 2008, houveram 220 provas, apenas no estado de São Paulo, somando 370 mil inscrições.
É um “esporte da maturidade”: a maioria dos praticantes (66%) tem entre 30 e 49 anos.
Cerca de 60% dos corredores percorre entre 11 e 50 quilômetros por semana.
Metade dos praticantes já teve alguma lesão que os obrigou a procurar um médico.
São necessários 3 meses de prática para que se comece a desfrutar do bem-estar propiciado pela prática. Assim como é difícil encontrar quem tenha gostado de cigarro na primeira tragada, ou de cerveja quando provou ainda criança, a prática de exercícios pode ser desconfortável no início mas, segundo muitos de seus adeptos, acaba “viciando”. Isso se deve, em boa parte, às endorfinas, substâncias que são produzidas na prática dos exercícios e que atuam no cérebro, provocando prazer. Há relatos até de “crises de abstinência” da substância.
Um fato curioso é que, apesar de a corrida induzir a uma maior produção de radicais livres, substâncias associadas com o envelhecimento, apesar disto quem corre envelhece mais devagar. (A dieta com antioxidantes, que combatem os radicais livres, pode ser conseguida através do aumento do consumo de frutas vermelhas, em geral.)
O alongamento
Um pequeno estudo recente, ainda não comprovado por outros, mostrou que o alongamento antes da corrida levaria à perda da potência muscular, assim como favoreceria lesões.
Lesões musculares
O sistema respiratório e o cardíaco se adaptam com mais rapidez ao esforço do que o sistema muscular. Os primeiros levam de 1 a 3 meses para entrarem no novo ritmo, enquanto que o último gasta cerca de 6 a 12 meses. Isto significa que, em algum tempo, a pessoa se sente com mais fôlego e exige mais do seu corpo, porém os músculos e tendões ainda não estão preparados para a sobrecarga. Nesta fase é comum o aparecimento das lesões.
(fonte: reportagem da Istoé de 11/03/09)
PARA QUÊ SERVEM OS EXERCÍCIOS FÍSICOS, EM UMA DIETA?
Publicado por admin em reportagens sobre dieta e emagrecimento em 8 de Março de 2009
Os exercícios físicos promovem uma perda de calorias pequena, se não forem muito intensos. Além disto, podem dar fome e fazer a pessoa engordar, se após a prática da atividade física ela pensar: “Já queimei as calorias, então agora posso comer à vontade…”. Exercícios são bons para a saúde física e mental, mas são pouco eficientes para o emagrecimento em si. Mesmo assim, devem ser praticados. Por quê?
Os exercícios leves funcionam, em uma dieta, de duas maneiras: primeiramente, mesmo que a queima de calorias seja baixa, já é alguma coisa (desde que não seja compensada após a prática, com a ingestão de algo calórico). Além disso, eles educam o organismo, fazendo com que os nutrientes sejam utilizados de maneira mais eficiente. No sedentário, o organismo está mais predisposto a estocar as calorias, em forma de gordura. Na pessoa que pratica exercícios, o organismo deixa as calorias das gorduras mais “prontas” para serem gastas.
Os exercícios anaeróbicos (tipo musculação) não provocam um gasto calórico imediato, mas os músculos em trabalho forçado exigirão uma queima de calorias durante horas após o fim dos exercícios. Assim, o ideal é a mescla de exercício aeróbicos (tipo caminhada) com anaeróbicos, conforme demonstrou uma pesquisa. Os resultados no grupo que combinou as duas atividades foram interessantes no aspecto da saúde em si: melhora dos índices de colesterol, em fatores relacionados à diabetes etc.
Outro fato interessante é que o exercício deve ser progressivamente aumentado: como o organismo vai ficando mais eficiente, o esforço para praticar determinado esforço vai ficando menor, após algumas sessões.
E lembrando que não deve ser pesado nem leve demais. O pesado deve ser evitado porque traz riscos à saúde, o leve porque o gasto energético e os ganhos na saúde serão mínimos.
(Artigo baseado em reportagem da revista Época de 27/02/09)
TANTO FAZ O TIPO DE DIETA, O IMPORTANTE É REDUZIR CALORIAS
Publicado por admin em reportagens sobre dieta e emagrecimento em 28 de Fevereiro de 2009
Uma pesquisa aparentemente boba (apesar de ser a maior já feita comparando tipos de dietas), feita pela Universidade de Harvard, e publicada no New England Journal of Medicine, confirma o que já se sabe: mais importante que o tipo de dieta é a restrição de calorias ingeridas que ela propicia.
Aqui no Brasil, o estudo foi divulgado nas revistas Época e Veja. O curioso é que as duas reportagens não coincidem, a da Época fala que as dietas que se limitam a um tipo de alimento (ou restringem algum tipo) são piores que as que apenas reduzem calorias, a da Veja fala que os resultados foram iguais. A da Época fala que a perda de peso foi de 9 quilos, ao fim de 2 anos; a da Veja, 4 quilos. Uma das duas revistas não leu bem o estudo, portanto…
Contudo, o estudo serve para reforçar o seguinte: se o mais importante é a restrição de calorias, dietas que priorizem apenas um tipo de alimento são piores, a longo prazo, que as que trabalham com um cardápio misto, pois aquelas vão levar à escassez de alguns nutrientes e até ao excesso de outros.
Fazer uma dieta básica é simples, portanto: que se coma tudo o que se comia antes, desde que em menor quantidade.
Uma dieta um pouco melhor para a saúde, entretanto, é a que reduz calorias através do reequilíbrio nutricional: diminuição da ingesta de açúcar e gorduras, aumento do consumo de frutas, verduras e legumes.
Mas há de que se destacar dois pontos interessantes na reportagem da Veja:
1) os participantes que ia com mais freqüência ao encontro do médico e do grupo de apoio emagreceram mais;
2) metade das mulheres brasileiras, e 25% dos homens, encontram-se atualmente em algum tipo de dieta.
Links:
* Época, 27/02/09
* Veja, 11/03/09
O apresentador Fausto Silva (“Faustão”) revelou, em seu programa “Domingão do Faustão” do dia 2 de agosto, que se submeteu à cirurgia popularmente conhecida como “redução de estômago”, chamada pelos médicos de “cirurgia bariátrica”.